9 de julho de 2017

Barcelona - Espanha

As origens da cidade de Barcelona são confusas. Antes da conquista romana da península Ibérica, a zona de Barcelona e territórios próximos conserva restos de finais do Neolítico e princípios do Calcolítico. Posteriormente desenvolveu-se a cultura dos laietanos, um povo ibero. Sabe-se da existência de duas povoações próximas, Barkeno, situada sobre o monte Táber (Ciutat Vella) e Laie (ou Laiesken), cuja localização se crê ter sido nas encostas da montanha de Montjuïc (séculos III e II a.C.), com certa actividade comercial. É provável também que tenha havido um pequeno povoado grego, de nome Καλλίπολις (Kallípolis, “cidade bela”) embora não seja clara a sua localização. Encontraram-se dois locais de cunhagem de moeda desse período. Entre os séculos III e II a.C. circularam dracmas ao estilo de Ampúrias, com a inscrição ibera Barkeno. Laiesken cunhou também moedas que prevaleceram durante o primeiro período romano.

Durante a Segunda Guerra Púnica (218-202 a.C.), Cartago, liderado por Aníbal Barca, ocupou a povoação no decurso da sua marcha até aos Pirenéus, tendo passado o rio Ebro, que era até então o limite do domínio cartaginês. Em muitos casos, esta ocupação (218 a.C.) é assinalada como a data de fundação da cidade.

Duas lendas principais contam a origem de Barcelona:

A lenda de origem romana atribui a fundação a Hércules (Héracles na versão grega), 400 anos antes da fundação de Roma. Nesta versão, Hércules, depois de completar quarto trabalho, une-se aos argonautas liderados por Jasão em busca do velo de ouro, cruzando o Mediterrâneo em nove navios. Uma tormenta dispersa a frota perto da costa da Catalunha, mas todos os navios conseguem reagrupar-se, excepto um. Jasão encarrega então Hércules da busca pelo nono navio. Encontrou o naufrágio da Barca Nona junto de uma suave colina (Montjuïc). Aos tripulantes agradou-lhes tanto o lugar que com a ajuda de Hércules e Hermes fundaram uma cidade com o nome de Barca Nona, Barcanona. Esta história representa uma variação do mito original em que o velo se encontrava na Cólquida, território situado no Cáucaso e actualmente parte da Geórgia. De acordo com a adaptação mitológica romana de Héracles a Hércules, relocalizou-se esta história mitológica na vertente ocidental do Mediterrâneo.

A lenda de origem cartaginesa outorga a Amílcar Barca, pai de Aníbal, a fundação da cidade, até 230 a.C. com o nome de Barkenon, Barcelino ou Barci Nova em relação à sua linhagem da família Barca. Esta etimologia também é referida frequentemente em relação a Aníbal Barca. Outra versão relaciona ambas as lendas através da fundação de Hércules e de uma reconstrução posterior feita por Amílcar.

De qualquer modo, estas origens são baseadas em conjecturas sem bases arqueológicas nem históricas, propostas por crédulos historiadores medievais do século XV como Pere Tomic ou Jeroni Pau. A origem etimológica está bem fundamentada no topónimo laietano e ibérico, e é defendida por linguistas e etimólogos de renome como Joan Coromines.

Barcelona é a maior cidade e a capital da comunidade autônoma da Catalunha, no nordeste da Espanha; é, também, a capital da comarca de Barcelonès e da província de Barcelona. É a segunda maior cidade da Espanha, após Madrid. Possui uma população de cerca de 1 621 537 habitantes e uma área de 101,4 km². A área urbana de Barcelona, porém, se estende além dos limites administrativos da cidade e abriga uma população de mais de 4,2 milhões de habitantes em uma área de 803 km², sendo a sexta área urbana mais populosa na União Europeia, após Paris, Londres, Vale do Ruhr, Madrid e Milão. Cerca de 5 milhões de pessoas vivem na área metropolitana de Barcelona.

É a maior metrópole da Europa dentre as localizadas na costa do Mediterrâneo. É a parte principal de uma união de cidades e municípios adjacentes chamada Área Metropolitana de Barcelona, com uma população de 3 186 461 habitantes em uma área de 636 km² (densidade de 5 010 habitantes por km²). Barcelona está localizada na costa do Mediterrâneo, entre a foz do Rio Llobregat e a foz do Rio Besòs, sendo limitada a oeste pela Serra de Collserola (512 metros de altitude).

Em Barcelona, se encontram as instituições mais importantes do governo da Catalunha: a Generalidade da Catalunha (governo autônomo) e o parlamento autônomo

Os arqueólogos descobriram que tribos da Idade da Pedra já percorriam os Pirineus 70 mil anos atrás. Com o passar dos milênios, esses grupos desenvolveram sofisticação e coragem suficientes para começar a instalar-se em áreas mais expostas, nas planícies.

As tribos ibéricas veio juntar-se, a partir de cerca do século 7 a.C, o sangue novo dos celtas, que haviam cruzado a Europa, oriundos do leste. Para forasteiros como os gregos, que chegariam a Catalunha aproximadamente um século depois, os dois grupos pareciam já estar bem integrados. O encontro resultou nos Celtibéricos.

Os primeiros vestígios de povoamento em Barcelona remontam ao final do período Neolítico (2000 a 1500 a.C.). Do século VII ao VI a.C., não está documentada a existência de povoamento de nenhuma tribo ibérica. Aparentemente, por essa mesma época teria existido uma colônia grega (Kallipolis) na região, apesar de os historiadores discordarem sobre a sua localização exata. Os cartagineses teriam ocupado a região durante a Segunda Guerra Púnica e, depois, os romanos se instalariam no local.

Em sentido estrito, Barcelona teria sido fundada pelos romanos no final do século I a.C., sobre o mesmo assentamento ibérico anterior onde já se haviam instalado anteriormente desde o ano 218 a.C., e teria sido convertida numa fortificação militar, chamada de IVLIA AVGVSTA PATERNA FAVENTIA BARCINO, que estava situada sobre o então chamado MONS TABER, uma pequena elevação onde hoje está situada a catedral da cidade e a Praça de São Jaime. No século II, as suas muralhas foram construídas por ordem do Imperador Cláudio e, já no início do século III, a população de Barcino estava estimada entre 4 000 e 8 000 habitantes.

Diz-se que foi o grande general cartaginês Amílcar Barca (228 a.C) - pai de Aníbal (247 - 181 a.C.) - quem estabeleceu o primeiro povoado onde hoje fica Barcelona, embora não hava evidendências dessa tese. Ainda menos parece ter a crença de que o fundador da cidade tenha sido Hércules.

As primeiras muralhas foram erguidas ao redor de Barcino já no século 1 d.C - iniciativa que provavelmente não passou de mera formalidade, visto que a Pax Romana tornava remotas as chances de alguma guerra ou invasão. Já no século 4, nuvens negras acumilavam-se no horizonte de todo império e muralhas mais sólidas foram construídas.

Ondas de sequestradores bárbaros do norte penetraram na Hispânia, espalhando morte e destruíção pela região para depois deixá-la para trás. Os cristianizados, que chegaram em 415 e adotaram Barcelona como capital temporária, estavam decididos a ficar.

A marcante tendência visigoda a traições e assassinatos não teve grande utilidade quando um exercíto muçulmano desembarcou em Gibraltar, no ano de 711. Inspirados pela fé e pela perspectiva de um butim ilimitado, tropas de berberes e árabes varreram toda peninsula Ibérica, encontrando pouca resistência efetiva. Os barceloneses subiram as encostas da cidade, mas suas tentativas de defesas foram em vão e Barcelona caiu com a mesma facilidade do resto. O avanço islâmico só seria detido pelos francos em Poitiers, na França, 21 anos mais tarde.

Barcino foi a cidade dos laietanos (ibéricos), que deu origem a cidade de Barcelona. Estava situada perto do Rio Rubricatus (Llobregat). A cidade já existia com um outro nome (a lenda atribui sua fundação a Hércules, quatrocentos anos antes da fundação de Roma) quando foi, supostamente, refundada por Amílcar Barca, que lhe dá o nome. Depois os romanos se estabelecem na cidade.

No século V, Barcelona foi ocupada pelos visigodos de Ataúlfo (no ano 415) provenientes do norte da Europa. Em 531, Amalarico foi assassinado. No século VIII, a cidade foi conquistada pelo vizir árabe al-Hurr e iniciou-se um período de quase um século de domínio muçulmano, que terminou em 801, quando foi ocupada pelos carolíngios. Os carolíngios a converteram em capital do Condado de Barcelona. A potência econômica da cidade e a sua localização estratégica fizeram com que os muçulmanos voltassem em 985, comandados por Almansor, ocupando-a durante alguns meses.

A partir do século XIV, a cidade iniciou uma era de decadência que se estendeu durante os séculos seguintes. A união dos reinos de Aragão e Castela, oficializada com o casamento entre os reis Fernando de Aragão e Isabel de Castela, gerou um ambiente tenso entre catalães e castelhanos que chegou ao momento mais crítico com a Guerra dels Segadors (de 1640 a 1651) e, posteriormente, com a Guerra da Sucessão Espanhola (de 1702 a 1714), que terminou com a abolição das leis institucionais próprias da Catalunha, com a destruição de boa parte do bairro da Ribera e com a construção da Ciutadella.

A partir do fim do século XVIII, Barcelona iniciou uma recuperação econômica que lhe favoreceu a industrialização progressiva do século seguinte. A segunda metade do século XIX coincidiu com o projeto de derrubada das muralhas antigas que envolviam a cidade e outras cidades próximas foram incorporadas a Barcelona. Dessa forma, foram incorporadas à Grande Barcelona as cidades de Gràcia, Sarrià, Horta, Sant Gervasi de Cassoles, Les Corts, Sants, Sant Andreu de Palomar e Sant Marti de Provençals. Isso permitiu que a cidade executasse o projeto do Eixample e o desenvolvimento da indústria, feito que lhe permitiu entrar no século XX como um dos centros urbanos mais avançados de Espanha. Foi sede de duas Exposições Universais: uma em 1888 e outra em 1929.

A escalada da Guerra Civil Espanhola e a derrota das forças republicanas tornaram o panorama desfavorável novamente, uma vez que Barcelona se havia posto ao lado da república. No final de 1939, as tropas franquistas ocuparam a cidade na última fase da guerra.

Depois de um pós-guerra duro para Barcelona, teve início uma fase de desenvolvimento sob o mandato do prefeito Josep María de Porcioles i Colomer. Toda a região próxima à cidade que ainda mantinha alguma tradição agrícola e rural aos poucos foi se urbanizando, com grandes bairros cheios de imigrantes procedentes de outras partes da Península Ibérica. Restaurada a democracia após a morte do ditador Franco, um novo desenvolvimento cultural e urbanístico aconteceu, com uma crescente participação da população civil, dotando a cidade de grandes infraestruturas dignas de uma metrópole moderna e cosmopolita atrativa para o turismo. Nessa última etapa, celebraram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e o Fórum Universal das Culturas em 2004.

O que fazer:

- Casa Batlló
O edificio é mais uma obra de Gaudí. Fica na Passeo Garcia (pertinho do hotel que eu fiquei) e foi contruído entre 1875 e 1877.

Curiosidade: entre 1898 e 1906 três mansões em um quarteirã da rua do edificio, passaram por reformas modernistas por Gaudí, Deménech i Montaner e Pugi i Cadafalch e o resultado foram tão diferentes que ficou conhecido como Manzana de la Discordia.

Minhas impressões: outro prédio que vale super uma visita. Achei ele muito bonito, mas gostei mais do outro edificio - La Pedrera!












Vista da cidade:























Na primeira noite, quando chegamos a Barcelona, o guia nos levou nessa fonte com um show de águas! Lembro que nem ele tinha certeza se tinha o show ainda! Tinha música e lembro de estar frio! Não lembro como chega, mas vou pesquisar! 















Igreja Sagrada Familia:
- La Sagrada Familia é uma das principais obras de Gaudí. A obra ainda está em andamento e há previsões previsões que seja finalizada em 2020. Dentro da igreja você vê o projeto da igreja. Em 1926 quando Gaudi morreu, uma fachada (exceto as três torres), a cripta e a abóboda estavam prontos. A falta de fundos atrasou a construção, que seguiu em ritmo lento.

Foi iniciada por Franscisco Villar em 1882, o projeto foi assumido por Gaudi um ano depois. Ele imaginou a igreja na forma de uma cruz latina, com quatro altíssimos pináculos sobre cada uma das três fachadas - para representar os 12 apóstolos e um grupo central de mais cinco - para simbolizar Cristo e os evangelistas. 

A pedra fundamental foi implantantada dois anos antes de Gaudi assumir o projeto, em 1882. Os planos do arquiteto iam mudando conforme a obra ia avançando, a versão final chegou a um templo de 95 m de altura por 60 m de largura, a torre cental com 170 m de altura e outras 17 com mais ou menos 100 metros de altura. Finalizada iria ter 13 mil pessoas sentadas. Doze das torres (quatro em cada fachada) representam os apóstolos (oito foram construídas), enquanto as outras cinco simblizam os quatro evangelistas e a Virgem Maria. A torre central simboliza Cristo. Cada uma das fachadas (são 03) foi planejada para contar uma história: a Natividade, a Paixão e a Glória de Cristo. Vale cada centavo! A igreja fica na Plaça de la Sagrada familia, o metrô linhas 2 e 5 (Sagrada Familia), o site é www.sagradafamilia.org.

Minhas impressões: foi uma das obras mais lindas, mesmo ainda não finalizada, que conheci. Não lembro de valores de entrada, mas vale muito a visita. Aqui você encontra dicas de como comprar seu ingresso.























































































Passeio pela cidade:













Parque Guell

O Parque Güell é um grande parque urbano com elementos arquitetónicos situado no distrito de Gràcia da cidade de Barcelona, na vertente virada para o Mar Mediterrâneo do Monte Carmelo, não muito longe do Tibidabo. Originalmente destinado a ser uma urbanização, foi concebido pelo arquiteto Antoni Gaudí, expoente máximo do modernismo catalão, por encomenda do empresário Eusebi Güell. Construído entre 1900 e 1914, revelou-se um fracasso comercial e foi vendido ao Município de Barcelona em 1922, tendo sido inaugurado como parque público em 1926. Em 1969 foi nomeado Monumento Histórico Artístico de Espanha, e em 1984 foi classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, incluído no sítio Obras de Antoni Gaudí. No recinto do parque, numa casa onde Gaudí morou durante quase vinte anos, funciona desde 1963 a Casa-Museu Gaudí, cujo acervo inclui objetos pessoais e obras de Gaudí e de alguns dos seus colaboradores.

O parque foi concebido por Güell e Gaudí como um conjunto estruturado onde, dentro de um incomparável quadro de beleza natural, se situariam habitações de luxo, com todos os progressos tecnológicos da época e acabamentos de grande qualidade artística. Não se sabe ao certo o que Güell e Gaudí pretendiam alcançar, visto que não restam registos a esse respeito, mas parece óbvio que o parque se destinava a um grupo seleto e não ao público em geral, e que está recheado de referências a ideias, fantasias e ideais que eram importantes para ambos, como o catalanismo político e a religião católica, em todo caso com um certo caráter misterioso devido ao gosto da época por enigmas e adivinhas.

O Parque Güell é um reflexo da plenitude artística de Gaudí; pertence à sua etapa naturalista (década de 1900), período no qual o arquiteto catalão aperfeiçoou o seu estilo pessoal, inspirando-se nas formas orgânicas da natureza e pondo em prática uma série de novas soluções estruturais originadas na sua análise da geometria regrada. A isso acrescentou uma grande liberdade criativa e uma imaginativa criação ornamental; partindo de um certo barroquismo, as suas obras adquirem grande riqueza estrutural, de formas e volumes desprovidos de rigidez racionalista ou de qualquer premissa clássica. No entanto, embora contenha vários elementos característicos da fase final da carreira de Gaudí, como a preferência por colunas inclinadas e o uso do trencadís, o parque apresenta uma mistura de elementos de diferentes estilos (românico, barroco, dórico, pré-romano, etc.) que remete para as suas primeiras obras. Uma das características mais marcantes do Parque Güell é o contraste entre as texturas e cores dos diferentes materiais de construção (cerâmica brilhante e multicolorida versus pedra rústica castanha), tão apreciado pelos arquitetos do modernismo catalão.



















































Vista da cidade de Barcelona:













Parque olimpico:

















A praia de Barcelona! Não deixe de visitar! Ainda mais se estiveres na cidade no verão!



























Casa Milá (La Pedrera)

Curiosidade: Foi o empresário Milà i Camps que encomendou a obra em 1906. Chegou a afirmar que ficaria sem dinheiro devido aos custos do projeto e o tempo que estava demorando para ficar pronto (foi finalizado somente em 1910). O próprio Gaudi dirigiu de perto da contrução a decoração. Ficou desapontado por ter sido rejeitado, pois o dono rejeitou uma escultura em bronze maciço representando a Virgem do Rosário cercada pelos anjos Gabriel e Miguel. Depois da Setmana Tràgica (1909) onde várias igrejas e imagens religiosas foram destruídas o senyor Milà não queria atrair problemas a sua casa, então Gaudái acabou abandonando o projeto na fase final. Outro decorador foi contratado para a finalização.

Minhas impressões: Simplismente incrível! Quando entrei no prédio e fui subindo, fiquei pensando no impacto que causou na época em que foi construído. O apartamento está decorado esta super bem decorado (que foi restaurado e mobiado no mesmo estilo que no inicio do século 20 - os ambientes decorados parece que havia uma familia vivendo ali até ontem) ! Vale muito uma visita, ficar observando Barcelona do telhado, ver suas curvas, o formato dos ferros! Simplismente genial!

Aqui e aqui você pode ter mais idéias sobre o edifício.

Fica na Carrer de Provença esquina com a Passeig de Gràcia, o metro é Línes 3 e 5 (Diagonal) e acesse aqui o site oficial.


























































































































































































































































Interior da casa Batló







































































































Vista do quarto do hotel: Condes de Barcelona!



Não deixe de fazer um passeio a pé por La Rambla, você encontrará o chafariz Homenagem a Frances Marcià, atravessando a passarela da Rambla, você encontrará cafés com mesas na calçada, vendedores de flores e muitas pessoas passeando. Na placa que aponta para o Ateneu, atravesse para a esquerda evite a esquerda no calçadão do Carrer de Santa Anna. No número 32, você encontrará a romântica igreja Santa Anda, que hoje está espremida entre construções dos séculos 19 e 20. 

Voltando para a Rambla, atravesse para o outro lado, repare a ornamentada farmácia e desça a Calle D'Elissabets, que atravessa a Plaça del Bonsuccés antes de chegar ao Carrer deles Angeles. A direita, estará visivelmente as modernas formas do Museu d'Art Contemporani di Barcelona, o Mocba. 

Do museu, desça a direta o arborizado Carre dels Àngels até o Carrer del Carme, onde surge o Hospital de Santa Creu, em estilo gótico que hoje abriga a Biblioteca da Cataluya. Vá até o número 56 do Carrer de l'Hospital, 56 para entrar no pátio gótico. 

Atravesse a pracinha que leva o nome de Alexander Fleming (o bacteriologista que inventou a penicilina) e retorne a Rambla. À esquerda você verá a fachada barroca da Eglésia de Batlem. Depois, vire a direita ma Rambla de Sant Joseph, onde há uma feira de aves. 

Não deixe de ver a direita o imponente prédio a direita, o Palau de la Verreina, que acomoda em seu interior exposições municipais. Após você verá o Mercat de la Boqueria (também chamado de Mercat de Sant Josep), onde gêneros alimentícios são vendidos sob um teto de ferro forjado e vidro. As bancas de flores na Rambla ocultam parcialmente um desenho de Joan Miró na calçada central, a medida que ela se alarga até a Plaça de la Boqueira. Não deixe de ver um edifício no número 77, cuja fachada é ornada com mosaicos art nouveau. 

Então você chegará a Rambla dele Caputxins. À direita, está o mais prestigioso teatro da cidade, o Grand Teatre del Liceu (foi reinaugurado em 1999 depois de uma grande reforma). Depois do hotel Oriente, vire a direita no Carrer Nou de la Rambla para ver o Palau Guell, projetado por Gaudi e construído entre 1885 - 1890. De volta a Rambla, você passará pela fachada do Teatre Principal (de 1847), onde em frente se encontra uma estátua de Frederic Soler, o fundador da moderna dramaturgia catalã. No fim do passeio, a Ramblà de Santa Mònica, onde o Convento de Santa Monica (século 17) se esconde atrás da fachada de um centro cultural. 

Cruze a Rambla e caminhe de volta até o número 42 e entre numa passagem coberta atravessada por uma passarela envidraçada. Você chegará na Plaça Reial, do século 19, onde você encontra bares dão para palmeiras e para postes de luz desenhados por Gaudí. 

Não deixe de visitar em Barcelona: 

  • Fazer o passeio a pé pela Rambla, 
  • A igreja Sagrada Familia
  • O parque Guell
  • A beira mar
  • Casa Batló
  • La Pedreira
  • Um espetáculo de Flameco
  • Visita a um museu

Informações gerais: 

  • Moeda oficial: Euro
  • Fuso horário: + 4 horas em relação a Brasilia
  • Língua oficial: catalão e espanhol
  • Documentos: Brasileiros não precisam de visto, porém passaporte com pelo menos 06 meses de validade
  • Clima: nos meses entre junho e agosto o verão é intenso e o inverno muito frio. Melhor época: abril/maio e setembro/outubro.
Distâncias de metro: 

Madri - 2 horas e 38 minutos
Valencia - 3 horas e 33 minutos



Fonte: Parque Guell no Wikipidia, História de Barcelona, Visite Barcelona, La Sagrada Familia, Wikipidia La Sagrada Familia, Parque Guell, Casa Batló 


O conteúdo deste post foi decidido por Vivian Dornelles, autora do Blog dicas de Viagem, tendo como critério a relevância do assunto para os leitores do blog, não havendo nenhum vínculo comercial com qualquer empresa ou serviço citado no texto. Não recebi qualquer tipo de remuneração pela escrita e publicação deste texto.

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