26/01/2012

BlogTour Foz 2012

Ufa! Acabou a agonia! Agora é oficial: eu vou para o 2 Blog tour em Foz!


Estou muito feliz e ansiosa para que chegue o dia do encontro!

Fiz o cadastro quando o Mauricio do Aventureiros anunciou lá no facebook. Confesso que nao esperava - com tanta gente boa por ai! Depois veio as etapas por email e o pior: não poder falar nada até segunda ordem, né Mauricio? #brincadeira

Ontem o Mauricio já anunciou mais gente! E descobri que a Clarissa do Viagem e viagens também vai - o que me deixou mais feliz ainda! A Cla e eu já nos encontramos algumas vezes aqui em Poa e agora estaremos juntas nessa!

O encontro irá ocorrer em março, eu e mais 13 blogueiros nos encontraremos em Foz do Iguacu para um super encontro. Aqui você tem mais detalhes e sabe quem são os outros participantes. A primeira edição ocorreu em agosto de 2011.

Eu estou muito feliz por estar indo participar do encontro! E eu volto para Foz 20 anos depois da minha primeira visita a cidade!

Muito obrigada ao Mauricio e a todos que estão patrocinando este evento!

Ter sido selecionada é um grande reconhecimento! Que tudo aqui deve ser relatado para ajudar todos que desejam viajar, para ajudar a todos!!

Abaixo tem um vídeo do Pedro do Blog sem destino que foi no encontro do ano passado! Tá lindo!







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06/12/2011

Blogagem coletiva: meus 7 itens

Esta semana recebi o convite da Clarissa do blog Viagem e viagens para participar da "Blogagem Coletiva: Meus 7 Links", uma iniciativa da Claudia Beatriz do blog Aprendiz de Viajante.

As regras desta idéia podem ser conferidas no seguinte post: Blogagem Coletiva: Meus 7 Links - As Regras.

1. Post mais bonito
Para mim, foi o post sobre Florença. Foi um post que adorei fazer, lembrar dos momentos, descobrir a história do lugar. E também é um dos mais acessados do blog!

2. Post mais popular.
O post mais popular por muito tempo foi o de Paris, mas Toledo com sua catedral lindissíma ocupou este posto. A cidade é incrível, fofa, medieval que vale uma super visita para quem estiver por Madri, já que é um bate e volta super válido na minha opinião.

3. O post que gerou mais discussão/controvérsia
Não tive, nenhum post assim que gerasse discussão ou controvérsia. O post, que foi reprodução do site Terra, das 10 cidades europeias que você precisa conhecer foi que teve mais "discussões", no bom sentido! Coloquei a lista porque acho que são cidades que valem muito uma visita!

4. Seu post que ajuda/ajudou mais gente
É um dos mais acessados do blog, New York parte 2, onde tem várias dicas de hotéis e saída e chegada do aeroporto.

5. Post que o sucesso te surpreendeu
Foi na verdade, o post "Sua dica, seu olhar", que criei para que todos enviassem suas fotos de lugares com suas dicas para os outros leitores. Muitas pessoas mandaram (pode mandar ainda)!. Por mais que faça um tempinho que não receba nada, não esperava que tivesse tanto retorno!!

6. Post que não recebeu atenção o quanto deveria
Aqui eu considero quatro posts que considero essenciais: Deportação, Os mitos de viagem - o que é verdade o que é mentira, diga não a falsificação e a pirataria e Experiências.

7. Post que você tem mais orgulho.
Além do de Florença que falei lá em cima, no primeiro item - Florença, o que tenho mais orgulho é o de Paris!

Clá! Adorei o convite que você passou! Adorei!
Cláudia! Parabéns pela iniciativa! Foi ótimo reviver estes momentos!

7 Blogueiros
Pri do Inquitos blog
Fabiola Sad
Célia Regina - Guardando Memórias
Jonathan - Eu vou de mochila
Vou contigo
Blog check in
Se pluga no mundo
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19/11/2011

Hoje é dia de festa!


Há 02 anos atrás, após uma viagem para a Europa este blog surgiu!

Estou muito feliz com tudo que venho conquistando com o blog, o principal muitos amigos. Uns já conheci pessoalmente, outros somente virtualmente, pelo menos por enquanto, mas já fazem parte de muitas coisas.

Até agora, recebi mais de 330 mil visitas no blog, o que me deixa muito feliz! Muito comentários queridos também!

Só queria agradecer a todos que acompanham o blog!

Em especial, meu super beijo e obrigada aos queridos:
- Clarissa Comim (Viagem e Viagens)
- Celinha (a Célia Regina)
- Diego Paiva
- Pricila e ao Vini (inquietos blog)
- Diego (Blog de viagens)
- Carina (Senzatia)
- Fabíola Saad
- 1001 roterinhos
- Beta Rodrigues (Férias de mochila)
- Lu Tesch (Perregueiros)
- Jonathan Correa (Eu vou de mochila)
- Mari (intercâmbio de A a Z)
- Carol e Fabiola (Dicas e roteiros de viagem)
- Dani Duclos (Ducs amsterdam)
- Nina (entretulipas)
- Roberta (Giro pela Toscana)
- Rapha (Rapha no mundo)
- Márcio (A janela laranja)
- Deise de Oliveira (Viagem pelo mundo)
- ao pessoal do Se pluga no mundo
- Mirela (Mikix no mundo)
- Cláudia (a viagem certa)
- Juli (Mochila da Juli)

Também aos blogs: Sem destino, Vou contigo, Canal Londres, Sair do Brasil, Nós no mundo, viagem com pimpolhos, a turista acidental, Viage na viagem, ao Gustavo de Floripa, Blog Check in, o guia de paris, paris em foco, Andarilhos mundo, Laura em Paris.

E a todos outros blogs queridos que agora não lembro de cabeça! Obrigada, obrigada, obrigada!

E a todos vocês que acompanham o blog no twitter (que passou dos 2800 seguidores) e no facebook (se ainda não curte o blog no facebook ou não segue no twitter os links estão aí!!).


P.s.: o bolo foi em comemoração do meu niver deste ano e foi obra da Liz Fonseca aqui de Porto Alegre!
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15/11/2011

Zarpo: o website de luxo brasileiro


Relais Christine - Paris, França

Sabe aqueles sites de reservas de hotéis onde você entra na página e quer arrumar as malas e sair correndo? É exatamente essa sensação que você tem quando entra no site do Zarpo.

Lá você encontra diversas promoções em diversos hotéis e em várias partes do mundo. São hotéis de excelente qualidade e as promoções tem duração das quais você recebe diretamente no seu email.



No site você precisa se associar primeiro para depois fazer suas malas. Assim você recebe por email todas ofertas e no site aparece por quanto tempo a oferta vai ficar no ar. É um hotel mais lindo que o outro e você tem chances de ir para aquele lugar que você sempre sonhou por uma ótima tarifa!

Te garanto que você vai querer estar com suas malas prontas... ou querer entrar diretamente pela tela de seu computador! Zarpe a vontade e boa viagem!

Corre que ainda tem descontos para o Natal e Reveillon deste ano!

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Praça Província de Shiga - Porto Alegre

Essa é uma praça pequena, fofa e pouco conhecida aqui em Porto Alegre. Fica na Av. Plinio Brasil Milano (pertinho do Zaffari Higienopolis). Muita gente conhece por praça do Japão, mas a praça do Japão é em outro lugar!

É uma praça cercada, foi inaugurada em 1983 financiada pelo governo do Japão para celebrar a fraternidade assinado entre o Rio Grande do Sul e Shiga - estados irmãos. Foi projetada pelo arquiteto e paisagista Kunie Ito e tem os tradicionais jardins japoneses, pontes, cascata e um quiosque.

Vale muito a pena uma visita. Você não paga nada para entrar, mas tem dias e horários: de terça a domingo, das 08 horas as 12 horas e das 14 horas as 18 horas, tem 3860 m² e não é permitida a entrada de cães na praça.


Exibir mapa ampliado











Credito das três fotos acima: Ricardo Paiva


Credito da foto: Edu Guedes, no site Portal Brasil

Minhas fotos serão publicadas em breve, estava fora de Porto Alegre.

Este post faz parte da blogagem coletiva de Porto Alegre.

Blogs participantes:
http://www.dicasroteirosviagens.com/
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06/11/2011

Insider Guide: Barcelona (Hotels)

Barcelona foi uma cidade que me encantou muito quando fui em 2009. Como outubro foi um mês conturbado, posto um vídeo do Concierge sobre a cidade.

Aproveito para dizer que neste mês, o blog completa 2 anos!

E em breve, posts da última viagem e noticias sobre o Natal Luz de Gramado!

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26/09/2011

Não vá para Amsterdam sem o guia do Dani!



Esse ano foi minha primeira visita a Amsterdam e tive a sorte de levar o guia do Dani. Para quem não sabe, o Dani mora na Holanda há alguns anos, tem um blog cheio de informações sobre Amsterdam. Acesse aqui o blog dele (você não irá se arrepender).

Falando do guia: achei muito bom! É um daqueles investimentos que vale muito a pena. Dá dicas do que você deve conhecer, comidinhas e hotéis. Sem dúvida, é uma compra que quem vai a Amsterdam deveria comprar. Até porque, com o formato do guia, como o Dani falou, você imprime o que você quiser, podes usar em Ipads ou ler no computador mesmo.

Eu só mudaria dois aspectos. O primeiro ficar no centro de Amsterdam. Fiquei três dias em Amsterdam e troquei três vezes de hotel (tá, isso eu explico depois tinha uma enorme feira na cidade e a moça da agência errou também) e acho que foi uma experiencia horrivel - até acho que isso influenciou eu não ter voltado amando a cidade como muitos que eu conheço. O primeiro hotel, estava cerca de 50 KM de Amsterdam e nos outros 2 em torno de 20. Eu achei precario o sistema de transportes para fora da cidade em termos de metro - que não tem em Amsterdam. Tivemos que usar o onibus deles, nos perdemos, fomos super mal atendidas e os holandeses super grossos. Eu então ficaria em Amsterdam e iria conhecer as cidades/lugares que o Dani sugere. Tem vários hotéis (como o Ibis que é sugestão do guia) entre outras várias opções. Quanto as comidinhas, fomos nas batatas (não a que o Dani sugere), mas estava muito boa. Também cometi um erro (que sempre indico que façam, fiz em Amsterdam e em Paris), não comprei o ingresso online da casa da Anne Frank (sorte que esperamos uns 15 minutos no máximo na fila), mas vale muito a pena a compra antecipada. (Ah, em um dos lados da casa tem uma estátua da Anne Frank para você dar uma olhada!). Não consegui voltar ao Museu do Van Gogh que que queria muito, vai ficar para uma próxima. O segundo ponto que eu mudaria no guia: achei os holandeses muito, muito mais grossos que os franceses. Só me lembro de ser bem tratada em três lugares: pelos seguranças e pelo mocinho do bar da casa da Anne Frank, pelo senhor da recepção do segundo hotel e pela moça do check in do aeroporto na partida. Pedimos informações na ruas e foi uma experiência bem ruim (até por isso, esse é um dos principais motivos que não recomendo ficar longe de Amsterdam porque você vai ter que pedir informações há não ser que você seja craque no holandês ou conheça a Holanda/Amsterdam como a palma de sua mão). Um anexo que poderia ter, seria de mapas até porque muitas vezes (como aconteceu comigo), não tinha como acessar a internet, estavamos na rua ou não tinha como acessar a internet naquele momento, que muitas vezes se pesquisa no Google maps ou outro, mas na rua é que você precisa de mapinhas mesmo.

Resumindo: é um ótimo guia, está em português e foi escrito por quem mora na cidade, conheçe e sabe do que está falando. É uma compra que você não vai se arrepender mesmo!

Dani, parabéns pelo lindo trabalho! Só te desejo mais sucesso!
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22/09/2011

Ah Paris...

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Dubai - Emirados Árabes Unidos

Dubai (em árabe: دبيّ, Dubayy) é um dos sete emirados e a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos (EAU) com aproximadamente 2.262.000 habitantes. Está localizado ao longo da costa sul do Golfo Pérsico na Península Arábica na Ásia.

Existem registros da existência da cidade pelo menos 150 anos antes da formação dos Emirados Arabes Unidos. Dubai divide funções jurídicas, políticas, militares e econômicas com os outros emirados, embora cada emirado tenha jurisdição sobre algumas funções, tais como a aplicação da lei civil e fornecimento e manutenção de instalações locais. Dubai tem a maior população e é o segundo maior emirado por área, depois de Abu Dhabi. Dubai e Abu Dhabi são os únicos emirados que possuem poder de veto sobre questões de importância nacional na legislatura do país. Dubai tem sido governado pela dinastia Al Maktoum desde 1833. O atual governante de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, é também o Primeiro-Ministro e Vice Presidente dos Emirados Árabes Unidos.

A receita do emirado é proveniente do turismo, comércio, setor imobiliário e serviços financeiros. As receitas de petróleo e gás natural contribuem com menos de 6% (2006)do PIB de US$ 37 bilhões da economia de Dubai (2005). O setor imobiliário e da construção, por outro lado, contribuiu com 22,6% da economia em 2005, antes do atual boom da construção em larga escala. Dubai tem atraído atenção através dos seus projetos imobiliários e acontecimentos esportivos. Esta maior atenção, coincidindo com o seu aparecimento como um concentrador de negócios mundial, pôs em destaque questões dos direitos humanos relativas à sua mão-de-obra em grande parte externa.

Muito pouco se sabe sobre a cultura pré-islâmica no sudeste da Península Arábica, se sabe apenas que muitas das cidades antigas na área eram centros de comércio entre os mundos Oriental e Ocidental. Os restos de um antigo manguezal, datados em 7.000 anos, foram descobertas durante a construção de linhas de esgoto perto de Dubai Internet City. A área foi coberta com areia cerca de 5.000 anos atrás, como o litoral recuou para o interior, tornando-se uma parte da costa atual da cidade. Antes do Islã, o povo desta região adoravam Bajir (ou Bajar). Os impérios Bizantino e Sassânida constituídas as grandes potências da época, com o Sassânidos controlando grande parte da região. Após a expansão do islamismo na região, o Califa Omíada, do mundo oriental islâmico, invadiu o sudeste da Arábia e expulsou os Sassânidos. As escavações realizadas pelo Museu de Dubai, na região de Al-Jumayra (Jumeirah) indicam a existência de diversos artefatos a partir do período omíada. A mais antiga menção de Dubai é de 1095, no "Livro de Geografia" pelo geógrafo árabe-Al-Andalus Abu Abdullah al-Bakri. O mercador veneziano de pérolas Gaspero Balbi visitou a área em 1580 e mencionou Dubai (Dibei) para a sua indústria de pérolas. Registros documentais da cidade de Dubai só existem depois de 1799.

No início do século XIX, o clã Al Abu Falasa (Casa da Al-Falasi) do clã Bani Yas estabeleceram-se em Dubai, que ficou a cargo de Abu Dhabi até 1833. Em 8 de Janeiro de 1820, o xeque de Dubai e outros xeques na região assinaram o "Tratado de Paz Geral Marítima", com o governo britânico. No entanto, em 1833, a dinastia Al Maktoum (também descendentes da Casa de Al-Falasi) da tribo Bani Yas deixou tirou o controle de Abu Dhabi e assumiu Dubai do clã Abu Fasala sem resistência. Dubai ficou sob a protecção do Reino Unido, o "Acordo Exclusivo" de 1892, com o último acordo para proteger Dubai contra qualquer ataque vindo do Império Otomano. Duas catástrofes atingiram a cidade durante os anos 1800. Primeiro, em 1841, uma epidemia de varíola irromperam na localidade de Bur Dubai, obrigando a população a deslocar para leste de Deira. Então, em 1894, um grande incêndio em Deira queimou a maioria das casas. No entanto, a localização geográfica da cidade continuou a atrair comerciantes e mercadores de toda a região. O emirado de Dubai, estava ansioso para atrair os comerciantes estrangeiros e reduziu o comércio entre parênteses fiscais, o que atraiu comerciantes de Sharjah e Lengeh Bandar, que eram os principais centros comerciais da região na época.

A proximidade geográfica de Dubai com a Índia tornou a cidade um local importante. A cidade de Dubai foi um importante porto de escala para os comerciantes estrangeiros, principalmente os vindos da Índia, muitos dos quais acabaram por se instalar na cidade. Dubai era conhecida por suas exportações de pérolas até os anos 1930. No entanto, a indústria de pérolas de Dubai foi irremediavelmente danificada pelos acontecimentos da Primeira Guerra Mundial e, posteriormente, pela Grande Depressão na década de 1920. Consequentemente, a cidade assistiu a uma migração em massa de pessoas para outras partes do Golfo Pérsico. Desde a sua criação, Dubai eentrava constantemente em desacordo com Abu Dhabi. Em 1947, uma disputa de fronteira entre Dubai e Abu Dhabi, no setor norte de sua fronteira comum, gerou uma guerra entre os dois estados. A arbitragem feita pelos ingleses e a criação de uma fronteira do leste ao sul da costa de Ras hasian resultou em uma cessação temporária das hostilidades.

No entanto, as disputas fronteiriças entre os emirados continuaram mesmo após a formação dos Emirados Árabes Unidos, foi somente em 1979 que um compromisso formal foi alcançado, o que terminou com as hostilidades e com as disputas fronteiriças entre os dois estados. Eletricidade, serviços de telefone e um aeroporto foram criados em Dubai em 1950, quando os ingleses moveram seus escritórios administrativos locais de Sharjah para Dubai. Em 1966, a cidade se juntou ao país recém-independente do Catar para criar uma nova unidade monetária, o Riyal qatarí, após a desvalorização da Rupia do Golfo Pérsico. No mesmo ano, foi descoberto petróleo em Dubai, após o qual a cidade de concessões para companhias internacionais de petróleo. A descoberta do petróleo levou a um afluxo maciço de trabalhadores estrangeiros, sobretudo indianos e paquistaneses. Como resultado, a população da cidade entre 1968 e 1975 cresceu mais de 300%, segundo algumas estimativas.

Em 2 de dezembro de 1971 Dubai, juntamente com Abu Dhabi e outros cinco emirados, formaram os Emirados Árabes Unidos após o ex-protetorado-britânico saiu do Golfo Pérsico em 1971. Em 1973, Dubai se juntou a outros emirados para adotar uma moeda única: os Dirham dos Emirados. Na década de 1970, Dubai continuou a crescer a partir de receitas geradas com o petróleo e com o comércio, nesse período a cidade viu um grande afluxo de imigrantes libaneses que fugiam da Guerra Civil Libanesa. O porto de Jebel Ali (supostamente o maior porto do mundo construído pelo homem) foi estabelecido em 1979. Jafza (Zona Franca de Jebel Ali) foi construída em torno do porto em 1985 para proporcionar às empresas estrangeiras de importação irrestrita de trabalho e capital de exportação.

A Guerra do Golfo Pérsico, de 1990, teve um enorme impacto sobre a cidade. Economicamente, os bancos de Dubai experimentaram uma retirada maciça de fundos devido à incerteza das condições políticas na região. Durante o decorrer da década de 1990, no entanto, muitas comunidades de comércio exterior - primeiro do Kuwait, durante a Guerra do Golfo Pérsico e, posteriormente, do Bahrein, durante o levante xiita, mudaram seus negócios para Dubai. Dubai foi uma base de reabastecimento para as forças aliadas na Zona Franca de Jebel Ali, durante a Guerra do Golfo Pérsico e, novamente, durante a Invasão do Iraque em 2003. Os grandes aumentos no preço do petróleo após a Guerra do Golfo Pérsico incentivou Dubai a continuar a centrar-se no livre comércio e no turismo. O sucesso da Zona Franca de Jebel Ali permitiu que a cidade pudesse replicar seu modelo de desenvolvimento para novas zonas francas, incluindo Dubai Internet City, Dubai Media City e Dubai Maritime City. A construção do Burj Al Arab, o hotel autônomo mais alto do mundo, bem como a criação de novos empreendimentos residenciais, foram usados pelo mercado de Dubai, para fins turísticos. Desde 2002, a cidade tem visto um grande aumento do investimento imobiliário privado na recriação skyline de Dubai, com projetos como o Palm Islands, The World, o Burj Dubai e o The Dynamic Tower. No entanto, o crescimento econômico robusto nos últimos anos tem sido acompanhado por aumento das taxas de inflação (de 11,2% em 2007, quando medido contra o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que é atribuído, em parte devido à quase duplicação do consumo comercial e residencial de renda, resultando em uma substancial aumento do custo de vida para os residentes da cidade.

Dubai está situada na costa do Golfo Pérsico, nos Emirados Árabes Unidos e esta praticamente ao nível do mar (16 metros acima). O emirado de Dubai divide suas fronteiras com Abu Dhabi, no sul, Sharjah, no nordeste e com o Sultanato de Omã no sudeste. Hatta, um enclave menor do emirado, é cercado em três lados por Omã e pelos Emirados de Ajman (no oeste) e Ras Al Khaimah (no norte). As fronteiras do Golfo Pérsico a costa ocidental do emirado. Dubai está posicionada a 25° 26′ N 55° 30′ ocupa uma área de 4.114 quilômetros quadrados.

Dubai não tem nenhum rio ou oásis natural, no entanto, possui um estuário natural, a Enseada de Dubai, que foi dragada para torná-la suficientemente profunda para que navios de grande porte possam atravessá-la. Um vasto mar de dunas de areia cobre grande parte do sul de Dubai e, eventualmente, leva para o deserto, conhecido como Rub' al-Khali. Sísmicamente, Dubai está situada numa zona muito estável - a falha sísmica mais próxima, a Falha Zargos, está a 120 km dos EAU e é improvável que tenha qualquer impacto sísmico em Dubai. [35] Os especialistas também prevêem que a possibilidade de um tsunami na região também é mínima, porque as águas do Golfo Pérsico não são profundas o suficiente para desencadear um tsunami.

De acordo com o censo realizado pelo Centro de Estatísticas de Dubai, a população do emirado era de 1.422.000 de habitantes em 2006, sendo 1.073.000 homens e 349.000 mulheres.

A região abrange 1.287,4 km². A densidade populacional é 408.18/km² mais de oito vezes maior do que todo o país. Dubai é a segunda cidade mais cara da região, e 20ª cidade mais cara do mundo.

Aproximadamente 85% da população de expatriados (e 71% da população total do emirado) eram asiáticos, principalmente indianos (51%), paquistaneses (15%), bangladeshiano (10%) e outros (10%).[37] Um quarto da população no entanto tem vestígios em suas origens de ancestrais iranianos. (dados de 1998)

Embora o árabe seja a língua oficial de Dubai, o urdu, o persa, o hindi, o malaiala, o bengali, o tamil, o tagalo, o chinês e outros idiomas são também falados em Dubai. O inglês é a língua franca da cidade e é muito falada pelos moradores.

Dubai tem também grandes grupos de cristãos, hindus, sikhs, budistas e outras comunidades religiosas que residem na cidade. Grupos não-muçulmanos podem possuir suas próprias casas de culto, onde eles podem praticar sua religião livremente, solicitando uma concessão de terras e permissão para construir um templo. Os grupos que não têm os seus próprios edifícios devem utilizar as instalações de outras organizações religiosas ou de culto em casas particulares. Grupos não-muçulmanos estão autorizados a anunciar abertamente funções de grupo, no entanto, proselitismo ou distribuição de literatura religiosa é estritamente proibida, sob pena do procedimento penal, prisão e deportação para se engajar em conduta ofensiva ao Islã.

Dubai tem 31 cidades irmãs entre elas estão Paris, Frankfurt, Kish e Tehram (Irã), Barcelona, Trípoli (Líbia), Detroit (EUA), Damasco (Síria), Istambul (Turquia) entre outras.

A aqruitetura de Dubai é caracterizada por obras grandiosas e apelo turistico. Destacam-se: a Palm Islands, o arquipelago The World (que não está concluído), o Burj Al Arab e o Burj Kalifa.

Onde ficar?


Arabian Courtyard Hotel & Spa
Al Fahidi Street, 351-9111, arabiancourtyard.com; diárias de US$ 150 a
US$ 409; Cc: A, D, M, V
Fica em frente ao Museu de Dubai, a cinco minutos a pé do Bastaquia.

Arabian Park Hotel
Al Jadaf Street, 324-5999, arabianparkhotel.com; diárias de US$ 246 a US$ 338; Cc: A, D, M, V
Além de piscina, academia e internet, tem praia privativa e campo de golfe.

Burj Al Arab
Beach Road, Jumeirah, 301-7777, jumeirah.com; diárias de US$ 1 526 a US$ 5 558; Cc: A, D, M, V
Virou o cartão-postal de Dubai. O acesso a um dos três restaurantes é livre a não-hóspedes.

Four Points by Sheraton
Khalid Bin Al Waleed Road, Bur Dubai, 397-7444, fourpoints.com; diárias de US$ 177 a US$ 266; Cc: A, D, M, V
Não tão luxuoso, fica no principal distrito de Dubai para negócios e compras.

Grand Hyatt
Qataiyat Road, 317-1234, dubai.grand.hyatt.com; diárias de US$ 409 a US$ 817; Cc: A, D, M, V
Tem spa, academia, piscinas e campo de golfe, mais um bar especializado em vinhos.

Jumeirah Beach Hotel
Beach Road, 344-5333, jumeirahinternational.com; diárias de US$ 752 a US$ 3 038; Cc: A, D, M, V
Na Praia de Jumeirah, com quartos voltados para o mar.

Mina A'Salam
366-8888, jumeirahinternational.com; diárias de US$ 328, sem café, a US$ 1011; Cc: A, D, M, V
Está no complexo Madinat Jumeirah, do qual faz parte o shopping mais agradável, o Souk Madinat.

One&Only Royal Mirage
Al Sufouh Road, 399-9999, oneandonlyresorts.com; diárias de US$ 327 a US$ 6 900; Cc: A, D, M, V
O luxuoso conglomerado de três hotéis – o Palace, o Arabian Court e o Residence & Spa – fica à beira da praia. E tem boa programação noturna.


Al Mallah
Al Dhiyafah Street, Satwa, 398-4723; 2a/5a e sáb/dom 18h/14h, 6a 12h/14h
Um dos mais antigos de Dubai, fica aberto até as 4h da madrugada. Não aceita cartão, mas o preço médio não é alto - menos de US$ 15 - e os sanduíches de falafel são uma delícia.

Al Nafoorah
Emirates Towers Shopping Boulevard, Sheik Zayed Road, 330-0000; 12h/15h e 19h30/24h; Cc: A, D, M, V
Um dos melhores restaurantes libaneses do emirado, com doces árabes de qualidade.

Basta Art Café
Al Fahidi Street, Bastaquia, 353-5071, alraisenterprises.com/basta.htm; 10h/19h
Tem mesas ao ar livre. O menu inclui lanches leves feitos com produtos e carnes da culinária árabe, como a de carneiro. Não aceita cartões.

Café Chic
Le Meridien Dubai, Airport Road, 282-4040; 12h30/14h45 e 20h/23h45; Cc: A, D, M, V
Seu cardápio foi desenvolvido pelo chef Michel Rostang, dono de duas estrelas no Guia Michelin.

Hatam
BurJuman Centre, Trade Centre Road, 352-2655, burjuman.com; Cc: D, M, V
A unidade da rede de restaurantes de comida iraniana é ótima para quem quer provar novos sabores no meio de uma praça de alimentação cheia de ofertas ocidentais.

India House
Al Fahidi Street, Bur Dubai, 352-6006; 2a/5a e sáb/dom 7h/24h30, 6a 7h/11h30 e 13h30/24h30
Bom indiano perto do museu, do Bastaquia, do Arabian Courtyard e da feira de eletrônicos. E barato.

KanZamanHeritage Village, 393-9913; 17h/3h; Cc: A, M, V
Fica dentro de um heritage, vila dedicada à
preservação da cultura local. É perfeito para entrar em contato com a cultura dos nativos, provar a shisha, conhecida como narguilé por aqui. Mas não é recomendado para mulheres sozinhas.

Shakespeare and Co.
Sheik Zayed Road, 331-1757; 7h/1h; Cc: A, D, M, V
Tem decoração que lembra uma sala de estar do século 19, com pássaros em gaiolas do lado de fora.

XVA CaféBastaquia, 353-5383; 5a/sáb 9h/20h; Cc: A, M, V
Fica no meio do Bastaquia, o bairro velho da cidade. Tem galeria de arte (a XVA Gallery) e loja de artesanato.


Abu Dhabi
A capital e o maior emirado do país também era deserta há cerca de 30 anos. É responsável por 10% do suprimento petroleiro mundial. Também investe na importação de cultura. Tem filiais do Louvre e do Guggenheim e das universidades de Sorbonne e Yale.

Al Fahidi Street
Nesta rua, foi levantada a construção mais antiga do emirado, um forte, agora transformado no Museu de Dubai. Hoje tem hotéis, souks e shoppings. Nas lojas ao ar livre, conseguem-se preços muitas vezes melhores que nos shoppings.

Al Muntaha
Burj Al Arab Hotel, Beach Road, Jumeirah, 301-7777, jumeirah.com; 2a/dom
12h30/15h e 19h/24h; Cc: A, D, M, V
É o bar do restaurante panorâmico do Burj Al Arab. Tem música ao vivo.

Bar Zar
Souk Madinat Jumeirah, 366-6348; 17h/2h, feriados 12h/2h; Cc: A, D, M, V
É um dos que ficam na parte externa do shopping Souk Madinat Jumeirah. Tem clima agradável e mesas voltadas para o mar. Com drinques baratos, o andar superior é mais calmo. No inferior, sempre tem uma TV ligada no canal de esportes.

Bastaquia
Entre a Al Fahidi Street e a margem sul do Creek
É o bairro antigo de Dubai, que foi reformado e hoje abriga cafés, restaurantes e galerias de arte. As torres com aberturas na porção mais alta são os sistemas de resfriamento das casas usadas pelos beduínos.

Buddha Bar
Grosvenor House, West Marina Beach, Sheik Zayed Road, 399-8888; 20h/2h; Cc: A, M, V
Bar da grife Buddha Bar (que tem filial em São Paulo). Com um ótimo visual e boa comida asiática.

BurJuman
BurJuman Centre, Trade Centre Road, 352-2655, burjuman.com; 2a/5a e sáb/dom 10h/22h, 6a, 16h/22h
Shopping luxuoso em Bur Dubai, ficou quatro vezes maior. Tem grifes clássicas, como Donna Karan, Tiffany’s, Louis Vuitton e Christian Lacroix.

Creek
É o braço de mar que invade o continente e divide a cidade. Há passeios de barco.

Dubai Museum
Al Fahidi Street, 393-7151; 2a/5a e sáb/dom 8h30/20h30, 6a 14h30/20h30
Instalações com manequins e vídeos contam a história dos beduínos e pescadores que fundaram a região. Aqui você acessa o post do blog.

Esqui
Mall of the Emirates, Sheik Zayed Road, Interchange 4, 409-9000, 2a/4a e dom 10h/23h, 5a/6a 10h/24h
A pista de esqui fica dentro do shopping, que abriga também um resort. Aqui você acessa o post do blog.

Freeshop de Dubai
dubaidutyfree.com
É grande, mas muito cheio. Parece um shopping, e sua área está sendo expandida de 7 mil para 15 mil metros quadrados. Se a ideia Jumeirah Beach Hotel: na praia mais popular de Dubai Arabian Park Hotel: equipado com internet e academia for fazer compras ali, chegue cedo. Alguns portões de embarque são tão distantes das lojas e os caixas têm filas tão longas que você corre o risco de perder o voo.

Heritage and Diving Village
Al Shindagha, 393-7151, dubaitourism.co.ae
É o lugar que os nativos dedicaram à preservação da cultura local. Tem museus, restaurantes típicos e sedia eventos de arte
e dança.

Ibn Battuta Mall
Interchange 6, Sheik Zayed Road, 882-1414; 2a/5a e sáb/dom 10h/21h, 6a 17h/21h
Em homenagem ao viajante considerado “o Marco Polo dos árabes” e que deu nome ao lugar, o shopping é dividido em alas decoradas com motivos dos locais por onde Ibn Battuta passou, como a China e a Índia.

Jumeirah Beach
acesso pela Al Jumeirah Road
É a mais popular das praias de Dubai, onde fi cam os hotéis Burj Al Arab e Jumeirah Beach Resort, além do shopping Souk Madinat Jumeirah.

Mall of the Emirates
Sheik Zayed Road, Interchange 4, 409-9000; 10h/22h
É um dos maiores shopping centers da região. Grandes empresas, como o Carrefour, estão presentes. O destaque é a pista de esqui indoor, dentro do shopping.

Mesquita Jumeirah
Beach Road, 353-6666; visitas 5a e dom 10h
É a única do emirado aberta a visitação e que pode ser fotografada.

Passeio de balão
390-3505
Com duração aproximada de uma hora, passa sobre as dunas vermelhas dos desertos que rodeiam a região. Pode render ótimas fotos. Com a Zodiac Balloons ou a Amigos Balloons (289-9295).

Safári no deserto
303-4888, arabianadventures.com
Com um off-road de luxo, começa pela montanha-russa de dunas e só pára ao pôr-do-sol. Depois, hora de andar de camelo e dormir em tradicionais tendas beduínas. Com a Arabian Adventures ou a Alpha Tours (294-9888). Aqui você acessa o post do blog.

Sharja
É um emirado vizinho de Dubai, onde há poucos imigrantes e, por isso, é mais fácil entrar em contato com a cultura local.

Souk de especiarias
Entre Nasr Square e o Creek, 2a/5a e sáb/dom 9h/13h e 16h/22h, 6a 16h/22h
É vizinho do souk do ouro. Não é necessariamente mais barato que supermercados e shoppings, mas possui uma atmosfera mais próxima à verdadeira tradição do emirado. Muitos peixes e frutas podem ser encontrados em um souk vizinho, o de alimentos. Aqui você acessa o post do blog.

Souk do ouro
Sikkat Al Kalil Street, dubaigoldsouk.com; 2a/5a e sáb/dom 9h/13h e 16h/22h, 6a 16h/22h
A “Cidade do Ouro” de Dubai abriga mais de 300 joalheiros. Brilhantes, esmeraldas, safiras e outros tipos de joia podem ser encontrados em meio ao tradicional ouro – bem mais barato que em grande parte do mundo, em 18, 21 ou 22 quilates. Seguindo a tradição, é preciso negociar cada peça comprada. Melhor levar dirhams, pois alguns lugares não aceitam cartão. Aqui você acessa o post do blog.

Souk Madinat Jumeirah
Al Sufouh Road, 366-6546, madinatjumeirah.com; 10h/23h
Embora tenha nome de mercado, é o shopping mais agradável de Dubai. Fica na Praia de Jumeirah, tem corredores abertos, bancas de artesanato ao ar livre e bares que ficam lotados no fim de tarde e à noite. Aqui você acessa o post do blog.

Souks de Sharjah Sharjah
Possui souks velhos e novos, ambos conceituados. Os antigos são organizados e limpos, com lojas que vendem tapetes e pashminas feitos de seda, entre outros artesanatos do Oriente, como narguilés. Tem bons preços.

Trilogy
Souk Madinat Jumeirah, Beach Road, 366-8888; 21h/3h; Cc: A, M, V
Balada eletrônica em três andares frequentada por turistas.


Minhas dicas:
- Não deixe de conhecer (e se der) jantar no Souk Madinat Jumeirah. Tem várias opções de restaurantes. Aqui você vê o post sobre o mercado e o restaurante que fui jantar.

- Evite ficar no Rotana Dubai (além do atendimento não muito bom, não é bem localizado: colocaram minha prima e eu em um quarto sem camas duplas, colocaram uma cama horrível para ela, ligaram para nosso quarto as 01:00 - em plena madrugada para avisar que um quarto estava a nossa disposição e que poderiamos trocar a esta hora de quarto. Pela manhã fomos falar na recepção e adivinha se tinha o quarto disponivel? Até que no outro dia nos trocaram de quarto: queriam primeiro nos colocar em um andar de fumantes com o cheiro básico de cigarros, não aceitamos e até que nos colocaram em um quarto que tinha uma mini cozinha - o primeiro quarto estava melhor! Além do mais, EXIGIRAM de uma maneira grosseira de todo o grupo que todos teriamos que deixar os passaportes junto com a gerência. Não sei até que ponto isto é necessário em Dubai, visto que não achei nada referente a isto para colocar por aqui).

- Eu fui jantar no Burj Al Arab. E não recomendo. Veja aqui o porque.

- Viajei de Qatar. Adorei a companhia, serviço de bordo muito bom, classe excutiva excelente. Ganhou da Air France! Aqui você vê como foi meu vôo.

Para mais informações acesse os sites oficiais de Dubai, aqui e aqui.


Aconselho uma visita ao blog Viggio Mondo da Fê que mora em Dubai. Tem ótimas dicas! E também dê uma passadinha no Mikix no Mundo que tem dicas maravilhosas, não só de Dubai, mas de outros destinos (assim como a Fê)!

Fonte: Viaje aqui e Wikipedia.
P.s.: Os valores são do site Viaje aqui (link acima), consultados em setembro de 2011 e podem sofrer alterações a qualquer momento!





































































































































































































Atrás destes muros, uma das residencias do Sheik de Dubai!








































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